num minuto
As noite intermináveis
Os pensamentos improváveis
As palavras inigualáveis
Os espaços inabitaveis
As dores implacáveis
As acções impraticáveis
As horas imparáveis
As cadeiras confortáveis
As pessoas menos hábeis
As frases invioláveis
Os passos incontornáveis
As liberdades incontáveis
Tudo isto num minuto
Que eu, cansado, não refuto
Como qualquer ser mortal
Só sei mesmo ser igual
Guarda, 28 de Março de 2004
Os pensamentos improváveis
As palavras inigualáveis
Os espaços inabitaveis
As dores implacáveis
As acções impraticáveis
As horas imparáveis
As cadeiras confortáveis
As pessoas menos hábeis
As frases invioláveis
Os passos incontornáveis
As liberdades incontáveis
Tudo isto num minuto
Que eu, cansado, não refuto
Como qualquer ser mortal
Só sei mesmo ser igual
Guarda, 28 de Março de 2004


2 Comments:
Interessante.
Só... Impraticáveis (e não 'impracticáveis')
Aestas, obrigado pelo reparo. Nem é costume dar erros, mas às vezes lá calha. "No melhor pano cai a nódoa", não é...?
E olha que fiquei bastante incomodado com esta tua correcção. Não por o teres feito, mas por eu te ter dado uma razão para o fazeres. Se há coisa que me irrita é deparar com um erro, quando escrevo este tipo de texto. É uma criação nossa, e, embora não seja perfeita, tem que ficar lá muito perto... pelo menos na nossa própria opinião, não achas...?
E que dizer do novo "kódigu ortugráfiku" que tanto se se vê por aí?! Fico triste... a nova geração devia defender sempre uma das coisas mais valiosas da pátria, que é a Língua, mas não. Em vez disso assassina-a a cada frase, a cada palavra...
Que achas que podemos fazer, enquanto defensores da Língua Mãe, ainda por cima numa altura em que se fala do novo acordo ortográfico, que, a meu ver, parece querer "abrasileirar" o Português por que lutamos?
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