quão fria é a solidão
Quão fria é a solidão
Se não encontro a tua mão.
Quão triste o luar
Se não encontro o teu olhar
Quão roucas as palavras
Quando se gritam no nada
No vazio que encontrei
Se te não tenho e tanto te amei
Quão loucas as horas
Que partilhámos nas demoras
De incertas madrugadas
Que viviamos em pequenos nadas
Que noite tão escura
Tão longa que perdura
Pelos dias de deserto
Se te não tenho por perto...
Vem, Anjo meu, vem
Não digas a ninguém
Vem como uma brisa
Leve, como quem pisa
Um suave manto em flor
Vamos para sempre dizer: Amor.
Coimbra, 2002
Se não encontro a tua mão.
Quão triste o luar
Se não encontro o teu olhar
Quão roucas as palavras
Quando se gritam no nada
No vazio que encontrei
Se te não tenho e tanto te amei
Quão loucas as horas
Que partilhámos nas demoras
De incertas madrugadas
Que viviamos em pequenos nadas
Que noite tão escura
Tão longa que perdura
Pelos dias de deserto
Se te não tenho por perto...
Vem, Anjo meu, vem
Não digas a ninguém
Vem como uma brisa
Leve, como quem pisa
Um suave manto em flor
Vamos para sempre dizer: Amor.
Coimbra, 2002


1 Comments:
Um pequeno poema, um pouco "naif", feito numa noite desinspirada, mas que, na altura, teve algum significado... Talvez o caro visitante lhe consiga encontrar esse significado, ou pelo menos algo com que se identifique, visto que "o Amor é uma doença, quando nele julgamos encontrar a nossa cura..." (Ornatos Violeta, "Ouvi Dizer").
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