há quatro dias que não te vejo
Há quatro dias que não te vejo.
Nem sei mesmo por onde andas.
Só por breves instantes te sinto.
Desenho-te só com linhas brancas,
E com um leve sopro te beijo.
Há quatro dias que não respiro.
Nem sei mesmo se ainda existo.
Há tanto tempo que não me minto,
Que penso que nunca passo disto.
E beijo-te apenas com um suspiro.
Guarda, 8 de Agosto 2005
Nem sei mesmo por onde andas.
Só por breves instantes te sinto.
Desenho-te só com linhas brancas,
E com um leve sopro te beijo.
Há quatro dias que não respiro.
Nem sei mesmo se ainda existo.
Há tanto tempo que não me minto,
Que penso que nunca passo disto.
E beijo-te apenas com um suspiro.
Guarda, 8 de Agosto 2005


2 Comments:
Ester:
Bem-hajas pelas tuas palavras. Espero que gostes do resto dos poemas, tendo em conta as datas, que dizem muito acerca das "conjunturas" emocionais em que foram escritos... Acerca do livro de poemas que está prometido, posso-te dizer que continua na forja. Uma série de acontecimentos inadiáveis a isso obrigaram, mas em breve haverá mais notícias. Posso só adiantar que não vai ser muito grande, mas o essencial.
Vai aparecendo e comentando. Muito obrigado pela tua visita e pelas tuas palavras.
ola!os teus poemas sao mt fixes....!n sei s te disse mas eu estudo na bissaya!bj marta martafrancisco15@hotmail.com wwwmartita.blogspot.com
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